No perdão está a fonte de toda a cura!
No perdão generoso, com vontade de abraçar o mundo, com intenção e força de alma.
Mas também, no perdão sofrido, quase sem palavras e entre lágrimas; no perdão, resultado de uma decisão da mente que quer ser de Deus.
Enfim, jamais vi a cura procurar um outro atalho! Quem não se dobra para perdoar faz grande mal a si mesmo; atrasa o caminho e pode perder a alma. Por isso fica sempre doente!
Ricardo Sá,Comunidade Canção Nova
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face,rogai por nós!
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Hoje a Santa Igreja comemora o dia de Santa Teresinha,a mi
nha amiga no céu!Digo isso com a propriedade de quem,pouco a pouco,construiu essa amizade a custa de muita observação,leitura e identificação porque AMOR é CONSTRUÇÃO.
Sua pequenez me faz notar que o meu lugar é bem perto de Deus,admitindo a minha miséria e constatando que isso me aproxima ainda mais do Senhor,a pequena via abriu os meus olhos espirituais,sim eu sou capaz de Deus!!!
Ela me mostra ainda que podemos almejar a santidade da altura em que estivermos,pois Ele não quer perder nenhuma alma,o próprio Jesus se inclina a nós e nos envolve com seu eterno Amor.
A ela,minha amiga no céu,no dia de hoje peço a benção e agradeço por tudo o que fez e faz por mim lá no céu:
“…Passarei o meu céu fazendo o bem à terra. Farei descer uma chuva de rosas …”
Santa Teresinha
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Como não morrer de amor?
Terminou a Missa, passou-se longo tempo, mas a pequena religiosa não fazia o menor movimento, e ninguém se atrevia a perturbar aquela paz beatífica, aquele êxtase em que ela se encontrava, convertida num tabernáculo vivo de Deus.
Em sua gloriosa trajetória, a Igreja, Esposa Mística de Cristo, tem suscitado incontáveis falanges de santos, e assim continuará até a consumação dos séculos.
Percorrendo o magnífico firmamento constituído pelos heróis e heroínas que gravaram na História a indelével marca de sua santidade, nos encantamos ao ver um São Tomás de Aquino, cujos ensinamentos iluminaram seu tempo e os séculos posteriores; Santa Zita, humilde empregada doméstica durante quase meio século; Santa Teresa de Ávila que, inflamada de amor, deu novo vigor à vida monástica; já em nossos dias, São Pio de Pietrelcina, o grande apóstolo do confessionário. E, maravilhados, nos perguntamos: será a santidade privilégio de algumas grandes almas como essas?
Claro que não! Todos nós, sem exceção, a ela somos chamados. Os santos canonizados nos servem de exemplo, como quem diz: "Se eu pude, com a graça de Deus, alcançar a perfeição, por que não poderá também você?"
A tocante história da Beata Imelda nos mostra de modo especial como a santidade é um dom gratuito de Deus, e este a ela nos chama em qualquer idade.
Consagrada a Nossa Senhora no próprio dia do nascimento
Essa angelical menina nasceu no ano de 1322 em Bolonha (Itália). Seu pai, Egano Lambertini, pertencia à alta nobreza e desempenhou cargos importantes como o de governador de Bréscia e o de embaixador na República de Veneza. A par de grande habilidade, prudência e valor militar, distinguiu-se também por sua profunda fé e amor aos pobres. Sua mãe, Castora, da nobre família Galuzzi, rogava com ardorosa fé a Nossa Senhora a graça de ter ao menos um filho. Após rezar inúmeras vezes o Rosário nessa intenção, obteve por fim o favor pelo qual tanto ansiava: o nascimento de uma bela menina!
Assim que os olhos de sua filha abriram-se para este mundo, Castora tomou-a nos braços e ofereceu-a à Santíssima Virgem: "Ó Senhora, uma filha mais bela Vós não podíeis terme dado! Eu Vo-la ofereço, tomai-a por inteiro". A Virgem Maria aceitou com agrado esse oferecimento. A pequena Imelda cresceu em idade e virtude sob os cuidados de sua piedosa mãe que lhe dispensou uma esmerada formação religiosa.
As recreações próprias à infância não a atraíam. Do que ela gostava mesmo era conversar sobre Deus e as coisas sobrenaturais. Passava longas horas ajoelhada diante de um pequeno altar que ela mesma adornava e floria.
A voz de Deus não tardou a inspirar- lhe no fundo da alma o desejo de abandonar o mundo e consagrar-se totalmente ao seu serviço.
Monja exemplar, com apenas dez anos!
Naquela época era comum a admissão de crianças em conventos, seja por vontade própria, seja por iniciativa da família. Assim, aos oito anos de idade, Imelda Lambertini foi admitida como oblata no mosteiro dominicano de Santa Maria Madalena di Val di Pietra, onde se preparava para ingressar no noviciado.
Dois anos depois, numa singela cerimônia íntima, teve a felicidade de receber o hábito de São Domingos. Bem sabia a santa menina que esse inapreciável dom lhe pedia, em contrapartida, um redobramento de fervor. Tomando aquele ato com profunda seriedade, Imelda tornou-se modelo para todas as irmãs. Só pelo fato de vê-la passar com alegria, modéstia e humildade, as religiosas sentiam-se confirmadas em sua vocação.
O que ela mais amava era Jesus Sacramentado. Sua alma inocente exultava de gozo ao considerar que no sacrário estava presente aquele mesmo Jesus nascido da Virgem Maria, que em Belém fora colocado numa manjedoura, e por amor a nós fora crucificado e morto, mas triunfante ressuscitara ao terceiro dia!
A monja-menina passava horas junto ao sacrário. Apenas surgia uma oportunidade, lá estava ela imóvel, com os olhos fixos no tabernáculo, a fisionomia iluminada por uma intensa claridade. As religiosas se admiravam do fervor e piedade de sua infantil companheira e, maravilhadas, concluíram que sobre aquela alma pairava um especial desígnio da Providência.
E eu, quando poderei comungar?
Sempre que a comunidade reunia-se na capela para a Missa conventual, Imelda contemplava, extasiada, todas aquelas que se aproximavam da mesa eucarística para a Comunhão. Surgia-lhe interiormente esta interrogação: "Como se pode continuar vivendo nesta terra após ter recebido o próprio Deus? Meu Jesus, quando poderei também eu ter a alegria de Vos receber?"
Naquele tempo, não era permitido às crianças comungar, mas nem por isso era menos ardoroso seu desejo de receber a Eucaristia. Encontrando- se com o confessor ou com a Madre Superiora, repetia sempre a mesma pergunta:
- Quando poderei comungar?
Mostrava-se obediente e resignada ante a resposta invariável de que era preciso "esperar ainda um ano", mas suspirava cada vez mais pelo raiar do dia que seria para ela, sem qualquer dúvida, o dia mais feliz de sua vida, o da Primeira Comunhão.
Morreu de felicidade...
Na madrugada de 12 de maio de 1333, véspera da festa da Ascensão do Senhor, os sinos tocaram alegremente, chamando as religiosas para o cântico do Ofício Divino. Acabada a salmódia, o sacerdote iniciou a celebração da Santa Missa. Na hora da Comunhão, de joelhos no fundo da igreja, Imelda acompanhava com ardorosos desejos a movimentação das monjas que recebiam a sagrada Hóstia e retornavam recolhidas a seus lugares.
De seu coração brotou a mais ardente súplica:
- Meu Jesus, dizem-me que, pelo fato de ser criança, não posso ainda comungar... Mas Vós mesmo dissestes: "Deixai vir a Mim os pequeninos". Eis que Vos peço, Senhor: vinde a mim!
Jesus, em seu terno amor aos inocentes e humildes de coração, não resistiu a esse apelo: uma Hóstia destacou- se do cibório, elevou-se no ar e, traçando um rastro luminoso por onde passava, foi pousar sobre a cabeça de Imelda! O ministro de Deus, vendo nesse prodigioso fato uma clara manifestação da vontade divina, tomou a Hóstia e deu-lhe a Comunhão.
Ela fechou os olhos, inclinou suavemente a cabeça e permaneceu absorta num profundo recolhimento. Terminou a Missa, passou-se longo tempo, mas a pequena religiosa não fazia o menor movimento, e ninguém se atrevia a perturbar aquela paz beatífica, aquele êxtase em que ela se encontrava, convertida num tabernáculo vivo de Deus. Por fim, a Madre Superiora tomou a decisão de chamá-la, e qual não foi a surpresa de todos ao verificar que a menina não respondia... Imelda estava morta, seu coração não resistira a tanta felicidade!
* * *
Em 1826 o Papa Leão XII confirmou e estendeu para toda a Igreja o culto que havia séculos se prestava a ela em Bolonha. E São Pio X a proclamou, em 1908, padroeira das crianças que vão fazer a Primeira Comunhão. Seu corpo virginal permanece incorrupto e pode ser venerado na capela de São Sigismundo, em Bolonha. Sua memória litúrgica é celebrada no dia 12 de maio.
Beati mortui qui in Domino moriuntur (Bem-aventurados os que morrem no Senhor). Ó Beata Imelda, morrestes no Senhor! Concedei a nós, peregrinos nesta terra, que vosso luminoso exemplo de amor faça nascer em nossos corações uma fome eucarística inextinguível e que, saciados com o Pão dos Anjos, possamos um dia cantar eternamente convosco a glória de Jesus que morreu por nós na Cruz e Se fez nosso alimento espiritual até a consumação dos séculos .
Michelle Víccola
(Revista Arautos do Evangelho, Maio/2006, n. 53, p. 24-25)
Em sua gloriosa trajetória, a Igreja, Esposa Mística de Cristo, tem suscitado incontáveis falanges de santos, e assim continuará até a consumação dos séculos.
Percorrendo o magnífico firmamento constituído pelos heróis e heroínas que gravaram na História a indelével marca de sua santidade, nos encantamos ao ver um São Tomás de Aquino, cujos ensinamentos iluminaram seu tempo e os séculos posteriores; Santa Zita, humilde empregada doméstica durante quase meio século; Santa Teresa de Ávila que, inflamada de amor, deu novo vigor à vida monástica; já em nossos dias, São Pio de Pietrelcina, o grande apóstolo do confessionário. E, maravilhados, nos perguntamos: será a santidade privilégio de algumas grandes almas como essas?
Claro que não! Todos nós, sem exceção, a ela somos chamados. Os santos canonizados nos servem de exemplo, como quem diz: "Se eu pude, com a graça de Deus, alcançar a perfeição, por que não poderá também você?"
A tocante história da Beata Imelda nos mostra de modo especial como a santidade é um dom gratuito de Deus, e este a ela nos chama em qualquer idade.
Consagrada a Nossa Senhora no próprio dia do nascimento
Essa angelical menina nasceu no ano de 1322 em Bolonha (Itália). Seu pai, Egano Lambertini, pertencia à alta nobreza e desempenhou cargos importantes como o de governador de Bréscia e o de embaixador na República de Veneza. A par de grande habilidade, prudência e valor militar, distinguiu-se também por sua profunda fé e amor aos pobres. Sua mãe, Castora, da nobre família Galuzzi, rogava com ardorosa fé a Nossa Senhora a graça de ter ao menos um filho. Após rezar inúmeras vezes o Rosário nessa intenção, obteve por fim o favor pelo qual tanto ansiava: o nascimento de uma bela menina!
Assim que os olhos de sua filha abriram-se para este mundo, Castora tomou-a nos braços e ofereceu-a à Santíssima Virgem: "Ó Senhora, uma filha mais bela Vós não podíeis terme dado! Eu Vo-la ofereço, tomai-a por inteiro". A Virgem Maria aceitou com agrado esse oferecimento. A pequena Imelda cresceu em idade e virtude sob os cuidados de sua piedosa mãe que lhe dispensou uma esmerada formação religiosa.
As recreações próprias à infância não a atraíam. Do que ela gostava mesmo era conversar sobre Deus e as coisas sobrenaturais. Passava longas horas ajoelhada diante de um pequeno altar que ela mesma adornava e floria.
A voz de Deus não tardou a inspirar- lhe no fundo da alma o desejo de abandonar o mundo e consagrar-se totalmente ao seu serviço.
Monja exemplar, com apenas dez anos!
Naquela época era comum a admissão de crianças em conventos, seja por vontade própria, seja por iniciativa da família. Assim, aos oito anos de idade, Imelda Lambertini foi admitida como oblata no mosteiro dominicano de Santa Maria Madalena di Val di Pietra, onde se preparava para ingressar no noviciado.
Dois anos depois, numa singela cerimônia íntima, teve a felicidade de receber o hábito de São Domingos. Bem sabia a santa menina que esse inapreciável dom lhe pedia, em contrapartida, um redobramento de fervor. Tomando aquele ato com profunda seriedade, Imelda tornou-se modelo para todas as irmãs. Só pelo fato de vê-la passar com alegria, modéstia e humildade, as religiosas sentiam-se confirmadas em sua vocação.
O que ela mais amava era Jesus Sacramentado. Sua alma inocente exultava de gozo ao considerar que no sacrário estava presente aquele mesmo Jesus nascido da Virgem Maria, que em Belém fora colocado numa manjedoura, e por amor a nós fora crucificado e morto, mas triunfante ressuscitara ao terceiro dia!
A monja-menina passava horas junto ao sacrário. Apenas surgia uma oportunidade, lá estava ela imóvel, com os olhos fixos no tabernáculo, a fisionomia iluminada por uma intensa claridade. As religiosas se admiravam do fervor e piedade de sua infantil companheira e, maravilhadas, concluíram que sobre aquela alma pairava um especial desígnio da Providência.
E eu, quando poderei comungar?
Sempre que a comunidade reunia-se na capela para a Missa conventual, Imelda contemplava, extasiada, todas aquelas que se aproximavam da mesa eucarística para a Comunhão. Surgia-lhe interiormente esta interrogação: "Como se pode continuar vivendo nesta terra após ter recebido o próprio Deus? Meu Jesus, quando poderei também eu ter a alegria de Vos receber?"
Naquele tempo, não era permitido às crianças comungar, mas nem por isso era menos ardoroso seu desejo de receber a Eucaristia. Encontrando- se com o confessor ou com a Madre Superiora, repetia sempre a mesma pergunta:
- Quando poderei comungar?
Mostrava-se obediente e resignada ante a resposta invariável de que era preciso "esperar ainda um ano", mas suspirava cada vez mais pelo raiar do dia que seria para ela, sem qualquer dúvida, o dia mais feliz de sua vida, o da Primeira Comunhão.
Morreu de felicidade...
Na madrugada de 12 de maio de 1333, véspera da festa da Ascensão do Senhor, os sinos tocaram alegremente, chamando as religiosas para o cântico do Ofício Divino. Acabada a salmódia, o sacerdote iniciou a celebração da Santa Missa. Na hora da Comunhão, de joelhos no fundo da igreja, Imelda acompanhava com ardorosos desejos a movimentação das monjas que recebiam a sagrada Hóstia e retornavam recolhidas a seus lugares.
De seu coração brotou a mais ardente súplica:
- Meu Jesus, dizem-me que, pelo fato de ser criança, não posso ainda comungar... Mas Vós mesmo dissestes: "Deixai vir a Mim os pequeninos". Eis que Vos peço, Senhor: vinde a mim!
Jesus, em seu terno amor aos inocentes e humildes de coração, não resistiu a esse apelo: uma Hóstia destacou- se do cibório, elevou-se no ar e, traçando um rastro luminoso por onde passava, foi pousar sobre a cabeça de Imelda! O ministro de Deus, vendo nesse prodigioso fato uma clara manifestação da vontade divina, tomou a Hóstia e deu-lhe a Comunhão.
Ela fechou os olhos, inclinou suavemente a cabeça e permaneceu absorta num profundo recolhimento. Terminou a Missa, passou-se longo tempo, mas a pequena religiosa não fazia o menor movimento, e ninguém se atrevia a perturbar aquela paz beatífica, aquele êxtase em que ela se encontrava, convertida num tabernáculo vivo de Deus. Por fim, a Madre Superiora tomou a decisão de chamá-la, e qual não foi a surpresa de todos ao verificar que a menina não respondia... Imelda estava morta, seu coração não resistira a tanta felicidade!
* * *
Em 1826 o Papa Leão XII confirmou e estendeu para toda a Igreja o culto que havia séculos se prestava a ela em Bolonha. E São Pio X a proclamou, em 1908, padroeira das crianças que vão fazer a Primeira Comunhão. Seu corpo virginal permanece incorrupto e pode ser venerado na capela de São Sigismundo, em Bolonha. Sua memória litúrgica é celebrada no dia 12 de maio.
Beati mortui qui in Domino moriuntur (Bem-aventurados os que morrem no Senhor). Ó Beata Imelda, morrestes no Senhor! Concedei a nós, peregrinos nesta terra, que vosso luminoso exemplo de amor faça nascer em nossos corações uma fome eucarística inextinguível e que, saciados com o Pão dos Anjos, possamos um dia cantar eternamente convosco a glória de Jesus que morreu por nós na Cruz e Se fez nosso alimento espiritual até a consumação dos séculos .
Michelle Víccola
(Revista Arautos do Evangelho, Maio/2006, n. 53, p. 24-25)
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
AS SETE DORES DE MARIA
As profecias de Simeão sobre Jesus (Lucas, 2, 34-35)A fuga da Sagrada Família para o Egito (Mateus, 2, 13-21);O desaparecimento do Menino Jesus durante três dias (Lucas, 2, 41-51);O encontro de Maria e Jesus a caminho do Calvário (Lucas, 23, 27-31);Maria observando o sofrimento e morte de Jesus na Cruz (João, 19, 25-27);Maria recebe o corpo do filho tirado da Cruz (Mateus, 27, 55-61);Maria observa o corpo do filho a ser depositado no Santo Sepulcro (Lucas, 23, 55-56).
Nossa Senhora das Dores

E eu não havia entendido ainda o sentido do meu dia-sofrido,longo e exaustivo...e porque apesar de tudo o que acontecera não conseguira perder a minha paz-era dia de Nossa Senhora das Dores!
Sim,era a sabedoria da Santa Madre Igreja a me instruir e fazer contemplar as dores de Maria,a minha mãe!Ela que é a especialista em dores,em fazer a vontade do Pai sem reservas me ensinou no fim do dia a sofrer sem deixar de amar,pois Aquele que foi todo Amor por nós se fez oferta agradável por nós.
Nossa Senhora das Dores,rogai pelos sofredores deste mundo,especialmente por aqueles que não conhecem,não amam e não esperam em Teu Filho Jesus,meu Amado!Amém!
sábado, 22 de agosto de 2009
Jardim em meio ao deserto

"A gente não faz amigos, reconhece-os"
Quando partimos da perspectiva do relacionamento entre as pessoas, muitas vezes, esbarramos nas limitações e diferenças que nos marcam. Em contrapartida, mesmo com essas dificuldades, continuamos buscando um outro “eu” que nos ensine a viver bem a vida, e como a música, suavizar a nossa existência.
A música, a poesia, a arte têm a capacidade de nos levar a um lugar que, muitas vezes, sozinhos, não conseguimos chegar: à reflexão, muito bonita, de quem somos e a qualidade daquilo que fazemos. E amizade transcende tudo isso, pois nos leva ao jardim secreto, para além dessa reflexão. O amigo nos toma pela mão, supera as diferenças, acolhe os nossos limites e ensina-nos a enxergar aquilo que temos de mais bonito: o nosso Jardim Secreto.
Para ser bem sincero, as marcas que a própria vida faz em nós, muitas vezes, levam-nos a enxergar o nosso coração como um grande deserto, lugar sem vida. Esse deserto a que me refiro, não é no sentido bíblico (lugar do encontro com Deus), mas sim, um lugar de morte, de solidão, onde parece que não vale a pena continuar. Mas o dom da amizade, um dos maiores que Deus nos deu, leva-nos a encontrar no nosso coração o nosso Jardim Secreto.
Um grande amigo traz consigo os “óculos de Deus”, enxergando-nos à maneira do próprio Senhor. Claro, ele nos vê na nossa realidade profana, em nossos limites; mas, ao mesmo tempo, enxerga-nos (acolhe-nos) na nossa dimensão sagrada. Vê em nós o belo, que nem nós mesmos enxergamos, acredita quando não acreditamos, não somente se compadece de nossas dores, como também nos ajuda e nos ama quando não sabemos agir nem reagir.
Como diz Vinícius de Moraes: “A gente não faz amigos, reconhece-os”. E esse reconhecimento acontece à medida que, na nossa vida, vemos nascer o fruto da esperança, da felicidade, o qual, é claro, não está livre das podas e do sofrimento. Mas até nisso nós percebemos o sinal da vida, pois para que a árvore cresça saudável, as podas são necessárias. Sem sofrimento não existe maturidade! À medida que você vê, sente e percebe que está nascendo ou que está encontrando esse Jardim Fechado, que é o seu coração naquilo que ele tem de mais bonito, tenha certeza de que Deus se encontrou com você, utilizando-se de um dos seus mais queridos instrumentos: UM AMIGO!
Reconheça esse Jardim Secreto em você, reconheça esse instrumento de Deus e com tudo isso aceite o amor que o próprio Cristo tem por você. Amor que não fica somente na cruz, mas que passa pelo coração de um grande amigo!
Luis Filipe Rigaud - Canção Nova Portugal
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
RESGATA-ME - O louvor que congelou o inferno!!!
O Ministério de Música Sagrado Coração nunca mais será o mesmo depois do RESGATA-ME,sem mais palavras...
terça-feira, 4 de agosto de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Um amigo pode nos transformar
Jesus nos ensina que todos nós precisamos ter amigos diante dos quais possamos chorar e abrir o coração. Amigos que nos acolham e nos amem do jeito que somos. Amigos que não nos julguem a partir de um momento, mesmo que seja um momento dolorido.
Feliz de quem tem um amigo diante do qual pode se mostrar pelo avesso. Feliz de quem tem um amigo diante do qual pode mostrar o seu pior… e o seu melhor também!
Amigo não é apenas um conhecido, colega, companheiro… Observemos a ênfase que a Palavra de Deus dá a ele: “Quem encontrou um amigo, encontrou um tesouro” (Eclesiástico 6,14b).
Um amigo pode nos transformar. E por que nos transforma? Porque, antes de tudo, ele nos ama como somos. O amigo consegue nos corrigir e, muitas vezes, só ele é capaz de fazer isso. Ele, e só ele, tem linha direta com o nosso coração. Ele chega lá naquele lugar aonde ninguém consegue chegar.
Reze, hoje, por ele(s); agradeça a Deus por você tê-lo(s) ao seu lado.
Feliz Dia do Amigo!
Jesus, eu confio em Vós!
LUZIA SANTIAGO,Comunidade Canção Nova
Feliz de quem tem um amigo diante do qual pode se mostrar pelo avesso. Feliz de quem tem um amigo diante do qual pode mostrar o seu pior… e o seu melhor também!
Amigo não é apenas um conhecido, colega, companheiro… Observemos a ênfase que a Palavra de Deus dá a ele: “Quem encontrou um amigo, encontrou um tesouro” (Eclesiástico 6,14b).
Um amigo pode nos transformar. E por que nos transforma? Porque, antes de tudo, ele nos ama como somos. O amigo consegue nos corrigir e, muitas vezes, só ele é capaz de fazer isso. Ele, e só ele, tem linha direta com o nosso coração. Ele chega lá naquele lugar aonde ninguém consegue chegar.
Reze, hoje, por ele(s); agradeça a Deus por você tê-lo(s) ao seu lado.
Feliz Dia do Amigo!
Jesus, eu confio em Vós!
LUZIA SANTIAGO,Comunidade Canção Nova
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